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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Dia 24 de Maio dia de Louvar a Mãe do Fogo Divino

SALVE ORÔ INÁ NOSSA AMADA MÃE EGUNITÁ

 



   Egunitá é um trono cósmico, negativo, ativo, consumidor dos desequilíbrios, das injustiças e dos vícios. Suas ondas são irradiadas por propagação e seu fator consumidor imanta o que está desequilibrado, purificando e queimando sentimentos negativos, energias desequilibradas e injustiças ou vícios emocionais. Ela é em Si o Fogo Divino da Purificação. Observem que Egunitá se irradia de formas diferentes: ela é cósmica e é o Orixá que ocupa o pólo magnético negativo da linha elemental pura do fogo, onde polariza com Xangô. Já em seu segundo elemento, o ar, ela polariza com Ogum e atua como pólo negativo, ativo, da linha da LEI Divina. Egunitá aplica a JUSTIÇA nos campos da LEI MAIOR e é extremamente ativa, ela transforma os seres desequilibrados com suas irradiações consumidoras que os esgotam até que tenham descarregado seus emocionais desvirtuados e suas consciências desordenadas.
   Egunitá, como irradiadora da chama cósmica e purificadora da Justiça Divina, atua sobre os seres movidos por paixões avassaladoras em qualquer um dos campos da vida e os incandesce (acende) até o ponto em que começam a consumir a si próprios. Nos casos de desequilíbrios mentais, ela retira todo o calor (energia ígnea) do corpo energético do ser e ele se resfria de imediato (paralisa), tornando-se frio e escuro (egum).
   Ela purifica os meios ambientes religiosos (templos), as casas e o interior das pessoas, magias, injustiças, etc.. Quando evocamos Ogum para atuar a nosso favor e nos defender das investidas dos seres desequilibrados, poucos sabem disso, suas hierarquias luminosas ativam seus pares opostos assentados nos pólos magnéticos negativos da irradiação da Justiça Divina, ou seja, ativam as senhoras Egunitás.
   Na Umbanda ela é sincretizada com Santa Sara Kali, a Santa Padroeira dos Ciganos, é também o Orixá que rege esta Linha de trabalho.

 
Vamos Saldar a Rainha do Fogo, nossa Mãe Egunitá, Kaliê minha Mãe




 

domingo, 6 de abril de 2014

Salve Ogum Iara

23 de Abril, dia de saudar o guardião de nosso Congá


Se meu pai é Ogum
vencedor de demanda
quando vem de Aruanda
é pra salvar filhos de Umbanda
Ogum, Ogum Iara
Ogum, Ogum Iara
Salve os campos de batalha
Salve as sereias do mar

Dia 23 de abril, comemora-se o dia de São Jorge na Igreja católica, santo guerreiro sincretizado na Umbanda com nosso amado Orixá Ogum, senhor das nossas guerras e batalhas, ele é quem nos dá a força necessária para continuarmos sempre em frente, mesmo apos uma queda, ele nos oferece sua mão forte para nos levantar e nos colocar novamente no rumo de nossa evolução.
Aqui em nossa casa temos como amado mentor e guardião, Ogum Iara, que tenho a sorte de ter minha coroa regida, Senhor Ogum Iara que alem de de sua natureza aguerrida ainda carrega o amor característico de nossa mãe Oxum. Um pai austero, forte e ao mesmo tempo amoroso e assim ele nos ensina a caminhar nessa difícil Jornada, que é a vida nesse maravilhoso mundo de expiações e oportunidades, para quem as sabe aproveitar.
Abaixo publico um texto que garimpei, que fala um pouco mais desse amoroso Pai.

Salve Ogum, Salve Ogum Iara


OGUM IARA



   Temos aqui uma das muitas formas de Oguns dentro da Umbanda, um de seus pontos assim nos diz:
“Ogum Iara, quando era menino, em seu cavalo branco ele foi guerrear, ele guerreou, lá na sua banda e na nossa banda ele venceu demanda”.
Vemos nessa entoação, toda a bravura desse guerreiro, sua forma destemida de encarar as demandas, sejam elas no plano espiritual ou material.

Mas, quem é Ogum Iara?

   A palavra Iara em tupi guarani, se traduz segundo alguns estudiosos, como Senhor, Proprietário, e a palavra Ogum significa O Guerreiro, ou ainda Aquele que faz guerra. Assim sendo temos uma tradução lógica de Aquele que é senhor da guerra.
   Muito se fala em Ogum como grande guerreiro, mas às vezes nos esquecemos de que ele também é ligado às irradiações femininas, como no caso de Ogum Iara, que trabalha com a radiação da deusa Oxum. Ele une suas forças, com as de Oxum e ainda segundo alguns mais velhos nos preceitos da Umbanda, seria ele, o guardião das cachoeiras de Oxum, juntamente com     Ogum das sete cachoeiras.
   Assim sendo esse Ogum trabalha com o poder de purificação e transformação do fogo, e com o encantamento das águas doces, que são capazes de nos livrar de todos os males.
   Ogum Iara ainda é associado para alguns à Iemanjá, por ser ela, nas crendices africanas uma sereia, mas vale a pena lembrar que Iara é a sereia encantada de nossos índios, aquela que em noites de luar, vive a cantar nas margens dos rios e onde mora. Também é conhecida como mãe d’agua pelos nossos índios.
   Conta sua história que antes de ser transformada em sereia, Iara era uma índia guerreira, a melhor que já tinham visto naquelas tribos. Porém, ela era invejada por seus irmãos, pois seu pai vivia cobrindo-a de elogios, tanto por sua beleza como por sua valentia.
   Certo dia, cansados de tanto ouvirem elogios à sua irmã e desejando tomarem seu lugar, planejaram matá-la e logo puseram seu macabro plano em ação.
   Certa noite adentraram em sua tenda logo após ela dormir para darem cabo de sua vida, mas, como ela tinha ouvidos aguçados, escutou-os e para que sua vida não fosse tirada, teve que matar seus irmãos, fato consumado, ela fugiu com medo de seu pai que era um valente pajé.
   Tão logo soube da morte de seus outros filhos e do desaparecimento de sua filha, ligou os fatos e decretou uma caçada impiedosa a Iara.
   Após sua captura, ela foi condenada, a morrer afogada e foi jogada no local onde os rios Negro e Solimões se encontram para que ali morresse. Mas, os peixes penalizados com sua situação, a trouxeram de volta para a margem poupando assim sua vida. Eis que era uma noite de lua cheia, e ao seu clarão, ela foi transformada em sereia.
   Por ser guerreira, ela passou a caminhar juntamente com Ogum e assim este passou a ser conhecido como Ogum Iara. Como Ogum opera a força viva do fogo, e Iara comanda as forças do rio, passaram a juntos formarem essa qualidade de Ogum.

Sérgio Silveira, Tatetú N’Inkisi: Odé Mutaloiá.

segunda-feira, 10 de março de 2014

A QUARESMA



 


      Aproveitando o período presente, venho trazer-lhes este texto esclarecedor do Mestre Alexandre cumino sobre a Quaresma para nós Umbandistas, espero que apreciem.



   A QUARESMA é o período de quarenta dias que antecede a Páscoa* Católica/Cristã.
   A Páscoa é o ápice do calendário cristão, morte e ressuscitação de Cristo é o mistério maior da Igreja Católica.
   Todo o sentido do catolicismo está em torno deste mistério e desta forma se torna um período especial para os católicos.
   Quarenta dias é considerado um período ideal de recolhimento, oração e jejum para todos que querem se preparar para um renascimento. Da mesma forma Jesus se recolheu durante quarenta dias no deserto antes de assumir completamente sua missão.
   A quaresma também é considerada um período de trevas, pois neste período se revive a perseguição e a crucificação de Cristo, onde as trevas aparentemente triunfam, para então o renascer da luz com a ressuscitação, na Páscoa.
   O católico e outros cristãos de Igrejas dissidentes comemoram quaresma e páscoa de uma formas muito parecida.
   Nós Umbandistas não carecemos de quaresma, não revivemos os momentos de dor de Cristo e muito menos o idealizamos na cruz.
   Por ser um período de remoer trevas, dor e sofrimento, muitos que trabalham com energia negativa e magia negativa também acreditam que este seja um momento propício para seus trabalhos de demanda das trevas.
   Nem Deus e nem o Capeta abrem as portas das trevas na quaresma, apenas os encarnados com suas mentes criam situações boas ou ruins e se unem em grupos e egrégoras positivas ou negativas.
   Nós umbandistas cremos em Olorum, Deus, mas não cremos que exista um Demônio ou Capeta e muito menos que haja um período em que o inferno se abre ou se feche. mas é fato que neste período todo mundo fica mais "esperto", todo mundo fica mais ativo em seu campo de esquerda ou simplesmente ficam mais recolhidos.
   Os templos de Umbanda seguem uma liturgia livre e assim cada templo tem a liberdade de passar a quaresma da forma que achar melhor.
   Alguns templos passam toda a quaresma trabalhando com a esquerda, outros templos nem se dão conta do que é quaresma e há os templos de Umbanda mais influenciados pelo catolicismo antigo que chegam a fechar na quaresma.
   A quaresma não é Umbandista, então não devemos e nem precisamos tomar providências litúrgicas ou ritualísticas por conta da quaresma. No entanto o povo brasileiro em sua maioria é cristão e não é possível negar a movimentação de forças e energias que se dá na quaresma. Desta forma não há obrigações de fato para o umbandista a quaresma, no entanto todos devemos sempre estar atentos ao que acontece no mundo espiritual e em nosso campo energético e mediúnico.
   Eu recomendo sempre manter a vela de anjo da guarda acesa, manter sua firmeza de esquerda acesa e se necessário reforçar a proteção ao Anjo da Guarda com o Triângulo de velas a seu Orixá, reforçar a esquerda da forma como você aprendeu e se necessário fazer oferendas à esquerda.
   Para quem pratica Magia Divina é um bom momento para manter um espaço mágico aceso e firmado com velas de sete dias com objetivo de cortar as energias, vibrações e demandas negativas.
   O mais importante é manter um contato direto com seus guias espirituais e pedir sua orientação caso sinta a necessidade de fazer algo a mais neste período.

Boa quaresma a todos !!!




*A festa da Páscoa é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia do início do outono.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Carnaval para os Umbandistas




   No período de carnaval, muitas pessoas acabam expondo tendências de cunho negativo e os desejos mais ocultos, desrespeitando-se moralmente, para satisfazerem prazeres carnais sem limites.
   Através do alcoolismo, consumos de drogas e libertinagem, o campo vibratório destas pessoas torna-se propício à atuação dos kiumbas (espíritos obsessores e zombeteiros). Por esse motivo, nos dias que antecedem ao carnaval, os umbandistas fazem firmezas de Exus a fim de fortalecerem-se contra a ação desses obsessores.
   Os Guardiões têm por função impedir que essas energias invadam o espaço daqueles que não comungam com tais comportamentos.
   Os umbandistas não estão proibidos de brincar o carnaval, mas se faz necessário que tenham responsabilidade consigo mesmos. Afinal, nosso corpo é o primeiro templo.


Carnaval é tempo de festa ou reflexão?

    Muitos espíritas ingenuamente julgam que a participação nas festas carnavalescas não acarreta nenhum mal a integridade psico-espiritual. E de fato não haveria prejuízo se todos brincassem num clima sadio, de legitima confraternização. Infelizmente, porém, a realidade é bem diferente.

   O Espiritismo esclarece que a humanidade está o tempo todo em companhia de legiões de seres invisíveis recebendo boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que se encontre cada indivíduo. Essa massa de espíritos inferiores aumenta consideravelmente nos dias de realização de festas pagãs, como é caso do Carnaval.
   Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis e proliferação de doenças sexualmente transmissíveis.
   O Carnaval é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. A folia já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava Bacanalia; na velha Roma dos Césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, foi chamada de Saturnalia onde nessas ocasiões se sacrificava uma vítima humana.
   Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta: o que de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos.

   Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo e a matéria com inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.
   Mas, do mesmo modo como se pode ser facilmente dominado pelos maus espíritos, quando sintonizados na mesma freqüência de pensamento, também se obtém pelo mesmo processo o concurso dos bons, aqueles que agem a favor dos indivíduos em nome de Jesus.

   Para isso, basta estar predisposto a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar”, que o Cristo deixou há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a prática da caridade desinteressada.
   Como o imperativo maior dos espíritos é a Lei de Evolução, um dia todas essas manifestações ruidosas, que marcam o estágio de inferioridade, tendem a desaparecer da Terra. Em seu lugar, então, deve predominar a alegria pura, a jovialidade, a satisfação com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade.
   Por maior que seja a fé de um ser diante de festas como o Carnaval, os riscos de contrariedades e aborrecimentos são muito grandes e para isso é preciso redobrar a vigilância pois como disse o apóstolo Paulo: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém".
Autor: Texto editado da Revista Visão Espírita. “O Espírita e o Carnaval” de Pedro Fagundes Azevedo

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

CHACRAS PRINCIPAIS E SUAS FUNÇÕES


7 CHACRAS PRINCIPAIS

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1- BÁSICO (cor vermelho) – VONTADE DE VIVER – VITALIDADE
• Responsável pela ação, pelo impulso inicial.
• Fornece força para concretização e a materialização dos nossos desejos e pensamentos.
• Atua como uma bomba de energia.
Em desequilíbrio afeta:
EMOCIONAL: pacifismo extremo; agressão; impaciência; dependência; medo existencial; medo de morrer.
FÍSICO: anemia; circulação sanguínea; pressão baixa; fadiga; excesso de peso; aparelho reprodutor; rins
ESPIRITUAL: Obsessores são ligados a este chacra para deixar irregulares as forças sexuais. Parasitas astrais, larvas, criaturas mentais mórbidas penetram por este chacra alastrando-se pelo Duplo-etéreo até atingir o períspirito.
Está relacionado à energia dos Orixás: YEMANJÁ, OMULU E EXU
-
2- UMBILICAL (cor laranja) – PERMITE DAR E RECEBER OS PRAZERES FÍSICOS, MENTAIS E ESPIRITUAIS.
• Prazer de viver – alegria – vontade de celebrar.
• Absorve a vitalidade solar – o prana
Em desequilíbrio afeta :
EMOCIONAL: falta de apetite sexual ; impotência; repugnância pelo corpo; mania de limpeza; incompreensão; só razão; impulsividade; isolamento; frustração; baixa estima e confiança.
FÍSICO: rins; bexiga; glândulas linfáticas; fígado; pâncreas; sistema reprodutor feminino; cólicas; frigidez.
ESPIRITUAL: Chacra mais visado por entidades Vampirizadoras, que sugam a energia levando ao esgotamento físico e mental.
Está relacionado à energia dos Orixás: OBALUAYÊ, NANÃ BURUQUE e POMBO-GIRA
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3 – PLEXO SOLAR (cor amarelo) – EQUILIBRIO EMOTIVO
• Deve estar em equilíbrio para que seja um canal aberto entre o coração e a matéria, desejo e impulso. Regula entrada do prana no duplo etérico (centro de cura / cura espiritual).
Em desequilíbrio afeta:
EMOCIONAL: complexo de inferioridade; insegurança; pessoa nervosa; irritável; confusa, depressiva, chora facilmente; ansiedade de status de poder e ambição.
FÍSICO: diabetes; desordem digestiva; alergias; sinusites; insônias; estômago.
ESPIRITUAL: Espíritos Sofredores ligam-se a este chacra trazendo suas dores, raivas e outras emoções fortes, mesmo porque este chacra É o da EMOÇÃO.
Está relacionado à energia dos Orixás: XANGÔ e EGUNITÁ
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4 – CARDÍACO (cor verde / rosa) SAÚDE – AMOR INCONDICIONAL
• Toda energia usada para cura com as mãos passa por este chakra
• Ligado a todos os sentimentos sutis do ser humano (carinho, afeto, ternura).
Em desequilíbrio afeta:
EMOCIONAL: incapacidade de amar ou amor sufocante; egoísmo; incapacidade de pensar no próximo “eu contra todos”; mecanismo violento de respostas aos outros.
FÍSICO: síndrome de pânico; câimbras; palpitações cardíacas; pressão alta; colesterol; tensão; pulmões; câncer.
ESPIRITUAL: É por este chacra, junto com o coronário, que espíritos elevados entram em sintonia e conseguem canalizar amor para aqueles que necessitam. Este chacra EXPELE FLUÍDOS que são utilizados pelos espíritos elevados para materialização de medicamentos.
Está relacionado à energia dos Orixás: OXUM e OXUMARÉ
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5 – LARÍNGEO (cor azul) COMUNICAÇÃO – CRIATIVIDADE
• Consciência do nosso dever de desenvolvimento em todos os sentidos: Espiritual, material e mental.
Em desequilíbrio afeta o:
EMOCIONAL: sentimento de fracasso; dificuldade de comunicação; gagueira; palavras embaralhadas; medo da desaprovação e do fracasso social; estado de defesa contra todos e tudo; estímulo à agressividade extrema; hiperativo; demagogo; gosto por discussão; querer mudar o mundo de acordo com suas ideias.
FÍSICO: infecções virais e bacterianas; resfriados; herpes; dores musculares; dores de cabeça; endurecimento dos maxilares; bruxismo; problemas dentários.
ESPIRITUAL: Chacra de clarividência e psicofonia.
Está relacionado à energia dos Orixás: OGUM e YANSÃ
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6- FRONTAL (cor índigo) TERCEIRO OLHO – INTUIÇÃO – INSPIRAÇÃO – VISÃO
• Sabedoria profunda e os poderes psíquicos.
Em desequilíbrio afeta:
EMOCIONAL: situações tornam-se confusas; ideias criadas fora da realidade; sem raciocínio lógico; sem capacidade de colocar em prática as ideias; falta de objetivo, instabilidade, alienação no trabalho, falta de opinião, de interesse e iniciativa.
FÍSICO: vícios, drogas, álcool; compulsões; problemas nos olhos; surdez; otite; zumbido.
ESPIRITUAL: É possível provocar a incorporação de espíritos desencarnados ou encarnados que estejam desdobrados do corpo físico tocando esta área ao mesmo tempo em que projeta energia para sintonizá-los.
Dica: Em meditações visualizar a cor indigo (cor que lembra a noite) nesse chacra. Essa ação permite enxergar o sentido mais profundo de uma situação, auxiliando na tomada de decisão.
Está relacionado à energia dos Orixás: OXÓSSI e OBÁ
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7 – CORONÁRIO (cor violeta) É A FONTE MAIS PURA DA CONSCIÊNCIA
• Fluxo vertical de energia que pulsa para cima e para baixo no campo da medula espinhal.
• É o mais importante vórtice energético.
• É o chacra da luz do conhecimento, da serenidade espiritual e da consciência universal, permite experiências de totalidade de paz e de fé – perfeição do ser – é a sede da alma.
Em desequilíbrio afeta:
EMOCIONAL: falta de compreensão do espiritual; visão totalmente material do mundo; histeria; neurose; depressão; medo; angústia.
FÍSICO: puberdade tardia; insônia; enxaqueca; desordem no sistema nervoso; auto obsessão; possessão e disfunção sensorial.
ESPIRITUAL: Recebe diretamente influência dos espíritos nobres e elevados. O homem recebe das dimensões superiores as ideias (intuição) promovendo ligação do ser humano com o mundo espiritual.
Está relacionado à energia do Orixá: OXALÁ e LOGUNAN

MEDIUNIDADE - FÉ E CONFIANÇA


   Hoje venho presentea-los com este divino texto extraido do livro Umbanda- Perguntas e respostas de J.Edson Orphanake, que fala sobre fé confiaça e principamente mediunidade, espero que apreciem.

FÉ E CONFIANÇA

   Que advertência ou conselho você daria aos médiuns, principalmente quando fraquejam ante o desenvolvimento ou desempenho da mediunidade?

   Preliminarmente, vou lhe contar um caso: um navio cruzava o alto-mar, quando sobreveio forte temporal. O céu escureceu, as águas se agitavam violentamente, o vento forte soprava ameaçador e gigantescas ondas furiosas açoitavam a embarcação, balançando-a perigosamente. O capitão berrava, dando ininterruptas ordens. Marinheiros atordoados corriam de um lado a outro, atarefados, para o navio conseguir aguentar os solavancos. A tempestade descia terrível, castigando a cansada e sofrida tripulação. Um dos marujos desceu para a casa das máquinas e, ao passar pelo camarote do comandante, viu a filha do capitão, menina de oito anos, tranquila e alegre, a brincar com suas bonecas, apesar dos balanços da nave. O marinheiro advertiu-a: “Que é isso, menina, num perigo desses e você brincando…Você não tem medo?… Abrigue-se melhor em outro lugar mais seguro”. A criança, calma e despreocupada, mirou-o e respondeu: “Por que ter medo? Meu pai é comandante do navio!”

   O homem admirou a coragem daquela boneca viva e mais calmo e confiante prosseguiu sua tarefa. Pouco depois, a tempestade amainou e o mar voltou à serenidade. Observe o exemplo de confiança dessa garota, que conhecia o valor e a experiência do pai, tanto que sabia que ele resistiria à fúria dos elementos e conduziria o barco a salvo.

   Médiuns de Umbanda: Tende fé e confiança em vossos guias. Não vos amedronteis nem vos acovardeis ante o temporal que por ventura se abater sobre vós, há uma fase de desenvolvimento mediúnico ou inicio do aprendizado espiritual e mesmo no desempenho da divina missão mediúnica, nos quais parece que a onda de má sorte conspira contra a paz de vosso equilíbrio existencial. O Pai Supremo é o comandante e ninguém melhor que Ele saberá conduzir-vos ao porto seguro de vossos destinos.

   É justamente nas tempestades que se conhece os bons marinheiros, não sobre ondas mansas. Tende fé e certeza, aguentando os “solavancos” da fase negativa, porque, apesar da noite negra e tempestuosa, o sol radiante desponta na manhã seguinte, oferecendo um novo dia de esperança.

   Vede os exemplos dos grandes médiuns que souberam transpor os dolorosos obstáculos do caminho e chegaram ao destino mais fortes, mais experientes, mais sábios. Não abandoneis a embarcação segura, atirando-vos ao mar encapelado da dúvida, do abatimento, da deserção, que é mais perigoso. Antes, sede fortes de ânimo e de vontade, sem temer os vendavais cíclicos, eis que os pretos velhos atravessaram o agitado mar da escravidão e hoje cintilam quais estrelas brilhantes no divino e sublime oceano do Comandante Soberano e Eterno

domingo, 12 de janeiro de 2014

Okê Arô Oxossi, 20 de Janeiro dia de São Sebastião

 
 
   Bom dia Caros seguidores do Blog, este mês comemoramos o Santo Padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, São Sebastião, sincretizado com nosso amado Pai Oxóssi, Orixá caçador, senhor das matas, do conhecimento e da fartura, por isso separei este texto do blog Minha Umbanda de Mãe Monica Caraccio, espero que apreciem.



   Alguns pais espirituais aproveitam e organizam sabiamente a festa de Oxóssi para firmarem seu terreiro, corrente mediúnica e trabalhos espirituais. Tal afirmativa é fundamentada pela ação deste orixá em nosso desenvolvimento mediúnico, nosso terreiro e em nossa vida.

Sim, Oxóssi nos influencia de várias formas e em várias situações:

É Ele que PERMITE e inspira a boa comunicação e expressão;

PERMITE e propicia a fartura e o próspero trabalho;

PERMITE e favorece o progresso intelectual e científico;

PERMITE e ajuda a edificação familiar e o senso da verdade;

PERMITE e auxilia a cura física, mental e espiritual;

PERMITE e cuida do nosso dom mediúnico e de nossa caminhada espiritual;

PERMITE e estimula a vontade e a rapidez na solução de situações;

PERMITE e dá coragem e bravura para resolver qualquer circunstância;

PERMITE, guarda, protege, assegura, luta, faz e acontece como forte, fiel e sábio caçador que É.

Imaginem portanto, como seria nosso dia a dia e nosso terreiro sem a irradiação, expressão e ação de Oxóssi dentro de nós.

Superficialmente, posso pressupor que seria um verdadeiro caos em que as pessoas não falariam o que sentem, querem, pensam, precisam… Não obteriam o sustento necessário para suas famílias e vidas. Não teriam trabalho e consequentemente, seu retorno. Não assimilariam e ainda negariam novos conhecimentos e avanços do mundo. Não conseguiriam manter-se e viver em grupo ou em família. Não seriam verdadeiras e leais. Não rogariam de boa saúde física, mental e espiritual. Não se sentiriam animados, interessados, protegidos e capazes de caminhar ou resolver qualquer situação. Não desejariam fazer, melhorar, ajudar, compartilhar ou construir algo maior para si e para o grupo que pertence. Enfim, seriam terreiros, pessoas e vidas sem abertura, esperança, crença, aprendizado, evolução, prosperidade, coragem, lealdade, bravura e vontade.

Afirmo, perante meu viver, que não temos como realizar um trabalho espiritual caritativo, como a Umbanda prima, e nos sustentar como médiuns trabalhadores sem Oxóssi. Sem sua vibrante, ativa, corajosa e intensa energia e magnetismo. Sem que peçamos Seu consentimento e que O chamemos para dentro de nosso íntimo e terreiro. Aliás, não podemos esquecer que os Caboclos – expressão máxima de Oxóssi – formam um dos pilares mais importante de nossa Umbanda. São sábios, doutrinadores e grandes caçadores de almas.

Não devemos e não seria sábio excluir a importância e o valor dos outros Orixás e Forças como Ogum, Iemanjá, Exu…, pois cada um tem uma forma de agir em nosso terreiro e interagir em nossa vida. Oxóssi, especificamente, é o caçador, bravo, corajoso, inteligente, intuitivo, aquele que entra nas matas sem hesitar e com uma única flecha acerta o alvo mesmo no breu da noite. Aquele que, como irmão/filho de Ogum, abre as matas, ouve os sons das florestas, sente o solo das selvas e consolida sua aldeia em campo seguro e sustentavelmente próspero. É aquele que sempre amoroso, esperançoso e sábio volta para sua casa trazendo o sustento, as transformações e as novidades da vida.

Entendo que a festa de Oxóssi e de Caboclos (que acontece no início de cada ano), vem a tempo para que, entre tantas coisas, peçamos a necessária “permissão”. Assim, Ele poderá nos inspirar, propiciar, favorecer, ajudar, auxiliar, cuidar, estimular, guardar, proteger… E na mesma intensidade, podemos ainda “chamá-los” para perto de nós e firmar nossa conduta, lealdade e capacidade de crescimento junto à Umbanda e ao nosso grupo, pedindo e agradecendo sua especial condução e sustentação.

Notem como os atributos e atribuições de Oxóssi são importantes para nós e para nosso terreiro. Saibam e percebam ainda que as festas religiosas e oferendas feitas nas matas ou ao redor de plantas, ervas, folhas e flores fecham nossa aura rompida não deixando que sugadores astrais ou espíritos maléficos usufruam de nossa vitalidade. Também purificam nossos órgãos etéricos curando o corpo astral, consequentemente, nosso físico e espiritual; sutilizam nosso magnetismo mental e expandem nossa aura, facilitando as incorporações e as comunicações com o plano astral. É a nossa crença e o prana vegetal potencializado pelos elementais da natureza que, sob irradiação do orixá – no caso Oxóssi – ativam e projetam energias de outras dimensões e magnetismos naturais a nosso favor. Um maravilhoso e divino AXÉ.

AXÉ que bem preparado emociona, ungi e fortalece o médium, deixa-o alimentado, capacitado para bradar com olhar firme e com a alma pulsante.

AXÉ que responde as perguntas mais íntimas e preenche a vida.

AXÉ que como flecha percorre o corpo e atinge o peito fortemente, momento em que deixamos o corpo tremer, os braços soltos para sentir a rigidez dos músculos, o bater vibrante no peito, chão, testa e o direcionamento certeiro para o Alto.

Vale muito cada cuidado nesse dia especial de festa. Um amaci bem elaborado; pembas cruzadas cruzando, firmando, marcando e distinguindo os médiuns; frutas cheirosas regadas com água pura; ervas sob pés descalços; flores no altar interagindo com os assentamentos, comida simbólica e milhos fartamente distribuídos aos fiéis; pedidos, agradecimentos e reconhecimentos sagrados e pelo Sagrado; fé, reza, canto e lágrimas… Tudo misturado, cuidado e bem preparado e fundamentado.

Assim, é bem Firmar. Assim, é Nossa Umbanda! Um espetáculo Sagrado para nós e para o Astral.

Aproveitem e preparem-se, Oxóssi está “chegando”!!!

Salve, Salve Umbanda.

Salve, Salve Oxóssi!!!

Salve Nossa Umbanda Bem Firmada.

Salve Oxóssi, Senhor das Matas!!!